Doping na Rússia e na Ucrânia


Dois casos de doping vieram a público nos últimos dias.

O médio brasileiro Daniel Carvalho, actualmente ao serviço do Palmeiras, fez um rebentar uma autentica bomba no futebol russo. De acordo com o jogador, na sua passagem pela Rússia, não havia controlos antidoping e o CSKA Moscovo, clube que representou entre 2003 e 2010, aproveitou para dar esteróides a todo o plantel.
"Não tenho dificuldade para entrar em forma. Saí com 20 anos do Brasil bem magrinho. Fiquei seis ou sete anos lá fora. Na Rússia, onde eu fiquei seis anos, não existem controlos antidoping. Então, infelizmente, quando cheguei ao CSKA, acharam-me muito magrinho e deram-me anabolizantes", afirmou numa entrevista à Rádio Estadão ESPN.

"Não sabia o que eu estava a tomar, eram injeções que em seis meses me fizeram engordar oito quilos. Essas injeções fizeram-me crescer e nunca mais voltei a ser o jogador que era no Internacional", concluiu.

Na Ucrania, chega outro caso. Oleksandr Rybka, guarda-redes do Shakhtar Donetsk, acusou doping num controlo realizado pela UEFA no mês de novembro. Segundo informações dada pelo clube ucraniano, o jogador de 24 anos consumiu um produto para perder peso, que é proibido pela regras do organismo máximo do futebol europeu.

Deste modo oguarda-redes internacional pela Ucrânia fica suspenso de toda a actividade desportiva por um periodo de dois, ficando igualmente de fora do Europeu de 2012, no qual o seu país é um dos anfitriões juntamente com a Polónia.